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Ministério da Notícia
MORTE DE RADIOLOGISTA

Policial militar suspeito de matar a esposa continua preso em São Paulo

Audiência de custódia manteve a detenção do agente investigado pela morte da radiologista Larissa Cruz Morata

Redação MNSegurança2 min de leitura
Policial militar suspeito de matar a esposa continua preso em São Paulo
Foto: Ministério da Notícia

O policial militar Vinícius Costa Silva continuará preso após passar por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira. A detenção do agente foi confirmada após o procedimento judicial realizado na capital paulista. Ele é o principal investigado pela morte de sua esposa, a radiologista Larissa Cruz Morata, de 29 anos. O crime ocorreu em Embu das Artes, município localizado na região metropolitana de São Paulo. A vítima foi encontrada sem vida no último domingo dentro do banheiro da residência onde o casal morava. O local do crime passou por perícia para auxiliar no esclarecimento dos fatos. Larissa Cruz Morata apresentava um ferimento provocado por disparo de arma de fogo na cabeça. O casal tinha um filho pequeno, com dois anos de idade. Vinícius Costa Silva foi detido na segunda-feira durante o velório da própria esposa. A Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo informou que a prisão do policial militar foi decretada após as investigações iniciais apontarem indícios de crime. A dinâmica dos fatos e os elementos recolhidos no local contrariam a versão inicial apresentada pelo suspeito. Inicialmente, o caso foi registrado oficialmente como morte suspeita pelas autoridades policiais. O investigado está atualmente recolhido no Presídio Militar Romão Gomes, situado na zona norte da capital paulista.

Versões divergentes sobre o caso

Durante o depoimento prestado às autoridades policiais, o policial militar alegou que encontrou a esposa caída no cômodo da residência. Ele afirmou aos investigadores que a radiologista teria cometido suicídio após ele anunciar o desejo de terminar o relacionamento. A família da vítima contesta veementemente essa versão apresentada pelo suspeito. Edson Morata, pai de Larissa, relatou que a filha desejava se separar do marido devido aos constantes problemas na relação conjugal. Segundo o depoimento do pai à imprensa, a vítima relatou minutos antes de morrer que dar fim ao casamento era sua prioridade. O familiar também destacou que a jovem era dedicada aos cuidados do filho de dois anos e classificou o comportamento do genro como possessivo. As investigações continuam em andamento para apurar todas as circunstâncias do ocorrido em Embu das Artes. A polícia técnica analisa os vestígios recolhidos na residência para definir os próximos passos do inquérito criminal.

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