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Rogério Marinho diz que, se eleito presidente do Senado, vai procurar Lula e o STF por uma agenda comum

Candidato do PL à presidência do Senado, Rogério Marinho (RN) afirmou que não se negará a trabalhar com os outros Poderes e defendeu voto aberto na eleição da Casa e em processos de impeachment de ministros do STF.

Redação MNPolítica2 min de leitura
Rogério Marinho diz que, se eleito presidente do Senado, vai procurar Lula e o STF por uma agenda comum
Foto: Reprodução

O senador Rogério Marinho (PL-RN), candidato à presidência do Senado, afirmou nesta sexta-feira (6) que, se for eleito, não se negará a trabalhar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com o comando do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, é possível construir uma agenda comum entre os Três Poderes.

Aceno aos outros Poderes

Em entrevista ao programa Pânico, Marinho disse: "Procurarei o presidente da República, o presidente do Supremo Tribunal Federal, o presidente da Câmara dos Deputados para buscarmos uma agenda comum para resgatarmos e fazermos o melhor pelo Brasil. Não me negarei a trabalhar em conjunto."

O parlamentar também fez um aceno a outros partidos e afirmou que será o candidato "não apenas do PL e do Novo, mas da instituição do restabelecimento da democracia no Brasil".

Disputa com Tereza Cristina e Alcolumbre

Marinho voltou a defender que a direita evite ataques à senadora Tereza Cristina (PP-MS), sua adversária na disputa. Disse ainda não ter nada contra o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), e o descreveu como "bem-humorado". Sobre a viabilidade da candidatura, afirmou contar com a bancada do PL e de partidos aliados: "Acho que temos número suficiente para dar certo".

Voto aberto

No mesmo dia, o candidato defendeu o voto aberto tanto na eleição da Mesa do Senado quanto na deliberação de processos de impeachment contra ministros do STF. "Voto aberto é respeito ao povo brasileiro! Todos nós devemos satisfação à sociedade, e voto secreto simboliza a atual omissão do Senado", escreveu em uma rede social.

Hoje, o voto na eleição para a presidência da Casa é secreto, o que impede identificar o voto individual de cada senador. Integrantes do PL têm defendido a abertura do voto como forma de pressionar parlamentares eleitos com apoio do bolsonarismo que poderiam, por razões partidárias, votar pela reeleição de Alcolumbre.

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