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Ministério da Notícia
DNA DE DESAPARECIDOS

Governo inicia força-tarefa nacional para coleta de DNA de desaparecidos

Ação em 334 pontos do país busca material genético de familiares para cruzar com bancos de dados

Redação MNSegurança2 min de leitura
Governo inicia força-tarefa nacional para coleta de DNA de desaparecidos

A partir desta segunda-feira, dia 24, o governo federal dá início a uma força-tarefa em todo o país para convocar familiares de pessoas desaparecidas a realizarem a coleta de DNA. A mobilização especial conta com 334 pontos de atendimento distribuídos pelas 27 unidades da Federação para receber os interessados até a próxima sexta-feira, dia 28. Esta é a quarta edição da campanha organizada em parceria com as secretarias estaduais de segurança pública. O procedimento é gratuito e totalmente indolor para os participantes. O Ministério da Justiça destaca que a iniciativa serve como ferramenta adicional para a localização de indivíduos desaparecidos. A ação representa uma nova oportunidade para famílias que ainda não realizaram a doação de material genético necessário para as investigações.

Documentação necessária e prioridade de parentesco

Para participar da campanha nos locais designados, os familiares interessados devem comparecer munidos de um documento de identificação oficial. Também é obrigatória a apresentação das informações referentes ao Boletim de Ocorrência do desaparecimento, o que inclui o número de registro, a delegacia responsável e o estado onde o documento foi emitido. A coordenação da mobilização orienta que a preferência de atendimento seja dada aos familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida. Pais, mães, irmãos e filhos formam o grupo prioritário para a doação do material genético.

O cruzamento do DNA coletado dos familiares com perfis genéticos presentes nos bancos estaduais, distrital e nacional viabiliza a identificação de pessoas encontradas vivas ou falecidas sem identificação prévia. Caso o cruzamento dos dados resulte em uma comparação positiva, a instituição encarregada pela análise entrará em contato direto com o familiar que fez a doação. Três em cada dez pessoas desaparecidas em território brasileiro correspondem atualmente a crianças ou adolescentes.

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