Como usar a cola eleitoral para votar nas eleições de 2026
Entenda como preencher o documento com os números dos candidatos e agilizar o atendimento na cabine de votação.

Imagem ilustrativa. Pessoa escrevendo em um bloco de notas com uma caneta
A preparação prévia para o dia da votação envolve anotar os números dos candidatos em um papel para consultar na hora de digitar na urna eletrônica. Essa prática simples ajuda a organizar as escolhas e evita dúvidas durante o processo eleitoral. O uso de anotações impressas ou manuscritas é uma ferramenta recomendada para garantir que o eleitor não esqueça nenhuma das opções. A iniciativa busca tornar a passagem pela cabine de votação mais rápida e direta para todos.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro iniciou a distribuição de 1,4 milhão de colas eleitorais oficiais para o pleito. O material impresso pode ser retirado de graça nas zonas eleitorais e nas Centrais de Atendimento ao Eleitor em todo o estado. Quem preferir também pode preparar a própria cola em casa usando uma folha de papel comum. A única exigência é anotar os números na ordem correta em que os cargos aparecem na urna eletrônica.
Nas eleições deste ano, cada eleitor precisará fazer seis escolhas diferentes na cabine. A ordem de votação exige atenção para os cargos de deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Como a quantidade de votos é maior, a tendência é que o processo exija mais tempo do eleitor. Chegar com os números prontos reduz o período de permanência na cabine e evita a formação de filas longas nas seções eleitorais.
Quantos dígitos tem cada cargo na urna
Para preencher a cola corretamente, é preciso prestar atenção à quantidade exata de números exigida para cada candidato. O cargo de deputado federal pede quatro dígitos na urna eletrônica. Para deputado estadual, o eleitor deve digitar cinco números. Os dois candidatos ao Senado exigem três dígitos cada um.
Os cargos do Poder Executivo possuem numeração mais curta para a escolha na cabine. Tanto para governador quanto para presidente da República, o voto é feito com dois dígitos. A Justiça Eleitoral recomenda conferir todas essas informações com antecedência para evitar erros na hora de registrar os votos. A atenção aos dígitos impede que o eleitor anule o voto por engano ou confunda a ordem dos candidatos.
O uso de telefone celular dentro da cabine de votação é totalmente proibido por lei. Por causa disso, mesmo quem costuma guardar dados no aparelho precisa transferir os números para uma folha de papel antes de sair de casa. A Justiça Eleitoral também orienta que cada pessoa consulte o seu local de votação com antecedência para localizar a sala exata. A consulta pode ser feita pelo aplicativo oficial, pelo portal na internet ou pelo telefone de atendimento do tribunal.
A preparação antecipada garante que o cidadão exerça o direito ao voto com tranquilidade e segurança. A redução do tempo de espera beneficia a todos que compartilham o mesmo espaço de votação no mesmo dia. Separar os dados necessários antes de sair de casa é o melhor caminho para uma participação organizada e sem contratempos.
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