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Tereza Cristina mantém candidatura à presidência do Senado, e Marinho diz que não concorrerá contra ela

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) reafirmou que disputará a presidência do Senado. Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que os dois conversam e que não serão candidatos um contra o outro.

Redação MNPolítica2 min de leitura
Tereza Cristina mantém candidatura à presidência do Senado, e Marinho diz que não concorrerá contra ela
Foto: Reprodução

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) reafirmou nesta terça-feira (3) que mantém a candidatura à presidência do Senado. A eleição para o comando da Casa será decidida em 1º de fevereiro de 2027, entre os senadores.

O que disse a senadora

Tereza Cristina afirmou que conversa com o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, e que ainda não há acordo entre os dois. "A minha candidatura está mantida e a dele também. Vamos ver mais para frente. Temos pouco menos de 90 dias para isso. E eu quero ser a primeira mulher presidente do Senado", declarou a jornalistas.

A posição de Marinho

Marinho disse que não concorrerá contra Tereza Cristina. "Continuamos a conversar. Estamos discutindo um acordo entre nós, mas não seremos candidatos um contra o outro", afirmou. Uma das hipóteses discutidas pela oposição é um rodízio, com um dos dois concorrendo em 2027 e o outro em 2029. O PL deve debater na quarta-feira (4) a defesa do voto aberto na escolha do presidente da Casa, hoje secreto, e deve anunciar oficialmente a candidatura de Marinho.

O cenário da disputa

O atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), busca a reeleição e tem o apoio declarado da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, cujas bancadas somam 12 senadores em 2027. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, indicou que o partido deve declarar apoio a Alcolumbre. O senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP) anunciou nas redes sociais que não votará em Alcolumbre, contrariando a orientação do partido.

Para vencer, o candidato precisará de ao menos 41 votos, caso os 81 senadores participem da votação. MDB e PSB estão entre as siglas que ainda devem se posicionar. A bancada do PL será a maior do Senado em 2027.

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