Suspeita de bomba mobiliza esquadrão antibombas na sede da Band após o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro
O GATE, grupo especializado em explosivos da Polícia Militar de São Paulo, foi acionado na noite deste domingo (18) para checar o carro em que Flávio Bolsonaro chegou ao debate. A polícia não confirmou a presença de explosivos.

Uma suspeita de bomba mobilizou equipes especializadas da Polícia Militar de São Paulo na noite deste domingo (18), na região da sede da Band, no Morumbi, Zona Sul da capital paulista. O caso ocorreu depois do primeiro debate do segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
O que foi acionado
O Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), da Polícia Militar, foi chamado para verificar a possível ameaça. As informações iniciais indicam que a suspeita envolvia o carro em que Flávio chegou ao debate, deixado no estacionamento do saguão principal dos estúdios, área reservada às viaturas oficiais das comitivas dos candidatos. Agentes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) isolaram o local e faziam a vistoria. Até as 23h, o esquadrão antibombas continuava apurando a ameaça.
O alerta foi repassado à Polícia Militar pela Polícia do Senado. Durante a transmissão ao vivo, o apresentador Rodolfo Schneider disse que havia uma área próxima da emissora onde o esquadrão antibombas analisava um pacote encontrado, e que a equipe da emissora não precisaria sair do prédio.
Candidatos já haviam saído
Flávio deixou a emissora no carro do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que o acompanhava. Lula também já havia deixado o prédio quando a ocorrência foi divulgada. Os demais participantes do evento permaneceram no local, impedidos de sair enquanto aguardavam a liberação da área pelas autoridades.
Situação até o momento
A polícia não confirmou a presença de explosivos nem divulgou detalhes sobre a origem do objeto suspeito. Até a última atualização das informações disponíveis, o GATE permanecia na emissora e não havia balanço sobre feridos. Não houve, nos relatos disponíveis, manifestação da campanha de Flávio Bolsonaro nem da campanha de Lula sobre o episódio.
O debate, realizado uma semana antes da votação marcada para 25 de outubro, teve trocas de acusações sobre corrupção e investigações, além de divergências em segurança pública, economia e saúde.
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31/10/2026






