Quem são os candidatos e como funciona a eleição para governador no Rio Grande do Norte
Entenda os detalhes da disputa estadual que envolve mais de 2, 6 milhões de eleitores aptos a votar.

As eleições deste ano definem quem assume o comando do estado e gerencia a administração pública local no próximo período. A escolha do chefe do executivo estadual é um dos momentos mais importantes do processo democrático para a população da região. Saber quem são os concorrentes ajuda a avaliar as propostas apresentadas para a gestão dos recursos públicos. A disputa mobiliza milhões de cidadãos em todo o território potiguar para a definição do futuro político local.
O pleito no estado conta com oito nomes na disputa pelo cargo principal do governo estadual. Concorrem ao posto Allyson Leandro Bezerra Silva (União), com o nome na urna Allyson, e Álvaro Costa Dias (PL), conhecido como Álvaro Dias. A lista de concorrentes inclui ainda Arinalda Vasconcelos de Medeiros (UP), chamada de Arinalda do MLB, e Carlos Eduardo Xavier (PT), identificado como Cadu de Lula. Completam a relação Dario Barbosa de Melo (PSTU) como Dário Barbosa, Henrique Othon Costa de Lyra (PCO) como Henrique Lyra, Roberio Paulino Rodrigues (PSOL) como Professor Roberio Paulino, e Karlo Rodrigo Lucio Vieira (AGIR) sob o nome de Rodrigo Bolsonaro.
O eleitorado potiguar é formado por 2.660.565 pessoas aptas a comparecer às urnas eletrônicas para registrar suas escolhas. Do total de votantes registrados no cadastro oficial, a maioria é composta por mulheres, que representam 53% dos votantes, enquanto os homens somam 47%. No quesito cor ou raça declarado ao sistema eleitoral, 58,2% se identificam como pardos e 32, 53% se declaram brancos. Outros 8,43% dos votantes afirmam ser pretos, ao passo que as categorias de amarelos e indígenas somam menos de 1% do total.
Como funciona a votação e o segundo turno
A primeira etapa do processo de escolha ocorre no dia 4 de outubro, data em que os cidadãos votam para presidente, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual. Cada chapa para o Senado é formada por um candidato titular e dois suplentes. O segundo turno está marcado para o dia 25 do mesmo mês, caso ocorra na disputa para governador ou para presidente da República. A nova rodada de votação só acontece se nenhum dos candidatos ao cargo executivo conquistar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.
O cálculo dos votos válidos exclui os votos em branco e os nulos registrados nas urnas eletrônicas durante o pleito. Caso haja necessidade de segundo turno, os eleitores retornam aos locais de votação na data estipulada pelo calendário eleitoral. Os vencedores assumem a responsabilidade de executar as atribuições constitucionais inerentes aos cargos de governador e vice-governador. A organização logística garante que todas as seções eleitorais estejam preparadas para receber os eleitores ao longo do dia de votação.
O processo eleitoral define a governança do estado e impacta diretamente a vida dos cidadãos por meio das políticas públicas implementadas pela gestão estadual. A participação de cada eleitor contribui para a legitimidade dos representantes escolhidos para administrar os recursos e serviços públicos. Acompanhar as propostas de cada candidato permite que a população tome decisões conscientes no momento do voto. A escolha reflete os rumos que a sociedade deseja seguir nos próximos anos.
Quer a sua marca aqui? Anuncie no Ministério da Notícia
Leia também
- DISPUTA POLÍTICA
Tarcísio diz que Boulos distorce dados sobre o diesel e rebate crítica ao aumento do ICMS
O governador de São Paulo afirmou que o ministro Guilherme Boulos usa informações distorcidas ao criticar a alta do diesel, e lembrou que o reajuste do ICMS foi aprovado por unanimidade no Confaz.
há 1 hora
- SENADO
Carlos Bolsonaro visita o pai e reafirma apoio a Rogério Marinho para presidir o Senado
Senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) disse após visita a Jair Bolsonaro que o candidato do grupo na eleição do Senado é Rogério Marinho. Ele também relatou preocupação com a saúde do pai.
há 23 horas
- AJUSTE FISCAL
Boulos fala em "chantagem do mercado" sobre ajuste fiscal e defende cortes em desonerações e supersalários
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência afirmou que o ajuste do próximo governo deve mirar privilégios, e não políticas para os mais pobres. Ele citou cerca de R$ 600 bilhões anuais em desonerações.
31/10/2026






