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SEGUNDO TURNO

PT pede ao TSE ampliação do horário de votação após problemas com ônibus em Salvador e São Paulo

A coligação de Lula pediu ao TSE que o horário de votação seja prorrogado até as 19h em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. O advogado da campanha disse que também pedirá ampliação para os demais eleitores afetados.

Redação MNPolítica2 min de leitura
PT pede ao TSE ampliação do horário de votação após problemas com ônibus em Salvador e São Paulo
Foto: Reprodução

A Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste domingo (25) que o horário de votação do segundo turno seja prorrogado até as 19h em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, na Bahia. O pedido ocorre após ônibus serem impedidos de sair das garagens nas cidades.

O que a coligação solicitou

Também foi pedida a manutenção da gratuidade e da frequência de dia útil no transporte por, no mínimo, duas horas após o horário de encerramento que vier a ser fixado, já que as gratuidades municipais terminam entre 20h e 21h30.

A coligação ainda pediu que as prefeituras de Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, suas secretarias de mobilidade e as operadoras do sistema forneçam dados de bilhetagem, GPS e escalas de motoristas e veículos de 25 de outubro e de um domingo e um dia útil de referência.

Declaração do advogado da campanha

Em frente à casa de Lula, na zona oeste de São Paulo, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador da equipe jurídica da campanha, disse que o partido pedirá a ampliação do horário de votação. "Vamos pedir, sim, a ampliação do horário, para que todos possam votar. Esse é o nosso desejo", afirmou. Segundo ele, o partido espera que o plenário do TSE se reúna para analisar o pedido, em razão da urgência.

Ele afirmou ainda que o PT recorreu à Justiça Eleitoral para relatar deficiências no transporte público em São Paulo, onde, segundo informação recebida pelo partido, apenas 60% da frota estaria em circulação.

O prefeito, Bruno Reis (União Brasil), afirmou que os veículos de um dos consórcios só saíram depois da retirada de adesivos com o número 13, do PT. Segundo ele, sindicalistas queriam que todos os ônibus circulassem com os adesivos, o que classificou como crime eleitoral.

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