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ELEIÇÕES 2026

PT aciona a Justiça Eleitoral na Bahia por atraso de ônibus em Salvador no segundo turno

Federação Brasil da Esperança pede multa de R$ 1 milhão por hora contra o prefeito Bruno Reis e a Semob. O prefeito atribui os atrasos a problemas operacionais em garagens.

Redação MNPolítica2 min de leitura
PT aciona a Justiça Eleitoral na Bahia por atraso de ônibus em Salvador no segundo turno
Foto: Reprodução

A Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) acionou neste domingo (25) a Justiça Eleitoral contra a prefeitura de Salvador por causa de atrasos na oferta de ônibus no segundo turno das eleições.

O que diz a petição

Segundo o documento, às 11h05 vários ônibus ainda permaneciam nas garagens, o que prejudicava o deslocamento de eleitores. A federação pede ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia que seja imposta multa de R$ 1 milhão por hora contra o prefeito, Bruno Reis (União Brasil), e a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), além dos proprietários das empresas de ônibus.

O grupo sustenta que a situação poderia configurar, em tese, crimes previstos nos artigos 297 e 304 do Código Eleitoral. Também pediu que a Procuradoria Regional Eleitoral seja acionada para apurar os fatos.

Relatos citados

Em e-mail ao presidente do tribunal, desembargador Mauricio Kertzman Szporer, a campanha petista afirmou ter recebido "inúmeros relatos" de que havia poucos ônibus circulando na cidade. De acordo com o documento, pessoas ligadas à campanha foram a alguns pontos observar o fluxo e tiveram a impressão de que havia "pouquíssimos ônibus circulando". Nas redes sociais, havia relatos de atrasos e pontos de ônibus lotados.

Resposta da prefeitura

O prefeito Bruno Reis atribuiu os atrasos a "problemas operacionais em algumas garagens, gerados por manifestações políticas". Ele disse que a operação estava sendo normalizada e destacou que já havia transporte gratuito durante as eleições em Salvador antes de haver determinações legais sobre essa oferta. A prefeitura, a Secretaria de Mobilidade e as empresas de viação ainda não haviam se manifestado sobre o pedido da federação.

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