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The New York Times negocia compra do Letterboxd por cerca de US$ 330 milhões

A empresa que publica o jornal americano entrou em negociações exclusivas para adquirir a rede social de cinéfilos, avaliada em cerca de R$ 1,7 bilhão. Ainda não há acordo fechado.

Redação MNTecnologia2 min de leitura
The New York Times negocia compra do Letterboxd por cerca de US$ 330 milhões
Foto: Reprodução

A The New York Times Co., empresa que publica o jornal americano New York Times, iniciou negociações exclusivas para comprar o Letterboxd, rede social voltada a cinéfilos. O valor em discussão é de aproximadamente US$ 330 milhões, o equivalente a cerca de R$ 1,7 bilhão. As informações vêm de fontes familiarizadas com as conversas, que falaram sob condição de anonimato.

Negociação sem acordo fechado

Ainda não há acordo fechado, e as negociações podem não se concretizar. A The New York Times Co. se recusou a comentar o assunto. O cofundador do Letterboxd, Matthew Buchanan, não respondeu ao pedido de comentário.

O preço em discussão representa mais de 20 vezes o lucro projetado da plataforma para este ano, estimado em cerca de US$ 15 milhões.

Concorrentes e futuro da plataforma

A controladora do Letterboxd trabalha com o banco de investimentos LionTree em um processo de venda. Entre os interessados estavam os estúdios A24 e Sony. A A24 prometeu aos fundadores preservar a independência da rede e o modelo de negócios, mas ficou fora da disputa à medida que o preço subiu.

Segundo as fontes, os fundadores Matthew Buchanan e Karl von Randow poderão permanecer no comando da empresa, subordinados a um executivo do grupo americano. A previsão é que o Letterboxd continue operando de forma independente no futuro próximo, embora sua estrutura de publicidade possa ser integrada à do jornal.

Estratégia de diversificação

Fundado em 2011, o Letterboxd tem cerca de 30 milhões de usuários, que compartilham resenhas, avaliações, artigos e listas de filmes. A possível compra faz parte do esforço da empresa de ampliar suas receitas para além do jornalismo. O grupo já investiu em negócios como o site esportivo The Athletic, o serviço de recomendações Wirecutter e o jogo Wordle.

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