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Milhões deixam de usar nova identidade para subir nível no Gov.br

Ministério aponta que dezenas de milhões de cidadãos ainda não elevaram a segurança da conta digital para ouro usando a CIN.

Redação MNTecnologia3 min de leitura
Milhões deixam de usar nova identidade para subir nível no Gov.br
Foto: Ministério da Notícia

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou nesta quinta-feira que grande parte da população ainda não utilizou a Carteira de Identidade Nacional para elevar a segurança na plataforma federal. A pasta detalhou que, do total de cidadãos que já emitiram o novo documento oficial, milhões continuam com cadastros básicos. A atualização é o método principal para dificultar fraudes digitais e garantir o acesso irrestrito aos serviços oferecidos pelo governo federal. A medida alcança diretamente dezenas de milhões de usuários cadastrados nos sistemas digitais do poder executivo. A nova identidade possui validação em todo o território nacional e substitui gradualmente o antigo registro geral emitido pelos estados. A iniciativa busca unificar os cadastros e centralizar as informações civis dos brasileiros em um único sistema tecnológico integrado. Dados oficiais indicam que o país registra um volume expressivo de cadastros ativos na plataforma unificada de serviços. O sistema reúne milhares de opções de atendimento digital oferecidas tanto pela administração federal quanto por governos estaduais. A infraestrutura tecnológica foi desenvolvida para suportar o acesso massivo da população aos portais públicos de atendimento. As autoridades reforçam que a adesão aos níveis mais altos de segurança protege os dados pessoais contra acessos não autorizados. A tecnologia empregada valida a biometria facial e cruzeta informações diretamente com as bases de dados oficiais do governo.

Passo a passo para elevação de nível

O procedimento para alcançar o nível ouro exige o uso do aplicativo oficial instalado em um telefone celular. O usuário precisa acessar a opção de aumento de nível e posicionar a câmera para realizar a leitura do código impresso no documento físico. Na sequência, o sistema solicita a execução do reconhecimento facial em um ambiente com boa iluminação para confirmar a identidade do titular. A tecnologia compara a imagem capturada com os registros biométricos oficiais armazenados nas bases governamentais. A pasta esclarece que milhões de pessoas já possuem contas configuradas nos níveis prata ou bronze. Esses usuários já atendem aos requisitos básicos necessários para realizar a transição imediata para o padrão mais elevado de proteção. A versão digital do documento fica disponível para download no mesmo aplicativo logo após a emissão da via impressa física. A ferramenta digital permite ainda a inclusão de números de outros documentos importantes, como a carteira de trabalho e a habilitação. O sistema possibilita registrar o tipo sanguíneo e a condição de doador de órgãos diretamente na identificação digital. A validade do documento varia conforme a faixa etária do titular no momento da emissão. Crianças com idade inferior a doze anos recebem um documento com validade de cinco anos. O prazo sobe para dez anos para a faixa etária compreendida entre doze e sessenta anos incompletos. Idosos com mais de sessenta anos contam com um documento de validade indeterminada perante os órgãos emissores.

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