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GUERRA NA UCRÂNIA

Melania Trump recebe representantes de direitos humanos da Rússia e da Ucrânia antes de negociações em Abu Dhabi

A primeira-dama dos EUA recebeu na Casa Branca os representantes de direitos humanos dos dois países. Conversas trilaterais estão marcadas para 10 e 11 de novembro.

Redação MNMundo2 min de leitura
Melania Trump recebe representantes de direitos humanos da Rússia e da Ucrânia antes de negociações em Abu Dhabi
Foto: Reprodução

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, recebe nesta quinta-feira (5), na Casa Branca, os representantes de direitos humanos da Ucrânia, Dmitro Lubinets, e da Rússia, Yana Lantratova. O encontro ocorre dias antes de uma nova rodada de negociações de paz em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.

Quem participa

O Kremlin informou que o negociador russo Kirill Dmitriev, especializado em questões econômicas, também estará na reunião "se a logística permitir". Espera-se que Melania fale à imprensa sobre as consequências humanitárias da invasão russa.

Papel na trégua de Oleshky

A primeira-dama atuou recentemente como intermediária entre ucranianos e russos para um cessar-fogo de uma semana em Oleshky, cidade do sul da Ucrânia ocupada pela Rússia desde 2022. A trégua permitiu a entrada de ajuda humanitária e a saída de moradores que queriam deixar a região. Na quarta-feira (4), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a condecorou por sua "contribuição pessoal à ajuda humanitária".

Negociações de paz

As conversas trilaterais entre Ucrânia, Estados Unidos e Rússia estão previstas para 10 e 11 de novembro em Abu Dhabi, as primeiras nesse formato desde fevereiro. Zelensky disse ter conversado por uma hora e meia com os negociadores americanos Steve Witkoff e Jared Kushner para preparar o encontro. Kushner escreveu na rede X que há trabalho com todas as partes por "uma paz duradoura".

Em entrevista à emissora alemã ZDF, Zelensky comentou o resultado das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, nas quais os democratas retomaram o controle do Congresso. Ele afirmou haver esperança de maior apoio de Washington e disse que, se o Congresso americano falar em forte apoio financeiro ou militar, isso influenciará Putin.

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