Lula lidera com 65% dos votos válidos em Pernambuco
Pesquisa na véspera da eleição mostra Flávio Bolsonaro com 26% no estado; cenário nacional indica empate técnico entre os dois candidatos.

Pesquisas eleitorais divulgadas neste sábado (3) mostram o cenário da disputa presidencial e para o Senado na véspera do primeiro turno. Em Pernambuco, o candidato Lula (PT) lidera a corrida ao Planalto com 65% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL) aparece na segunda posição com 26% das intenções de voto no estado. Os números refletem o momento final da campanha antes da abertura das urnas no domingo.
O levantamento em Pernambuco aponta outros candidatos com índices menores na contagem de votos válidos. O escritor Augusto Cury (Avante) tem 3%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 2%. Outros nomes como Romeu Zema (Novo), a veterinária Wilson Grassi (Democrata) e Rui Costa Pimenta (PCO) não pontuaram nesta rodada. A lista inclui ainda Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Samara Martins (UP), todos com 0%. A pesquisa ouviu 1.650 eleitores e apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais.
Nos votos totais, que incluem brancos e nulos, Lula mantém 61% contra 25% de Flávio Bolsonaro. Em uma eventual simulação de segundo turno no estado, o candidato do PT venceria com 64% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro alcançaria 30% nesse cenário específico, enquanto 5% votariam em branco ou nulo. O nível de confiança do levantamento é de 95%, com registro oficial na Justiça Eleitoral sob o número PE-02404/2026.
No panorama nacional, as pesquisas indicam uma disputa muito mais equilibrada entre os dois principais nomes ao Planalto. Os dados mostram um empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro na contagem de votos válidos em todo o país. Enquanto isso, em Santa Catarina, a disputa por duas vagas no Senado Federal apresenta uma liderança tripla de candidatos da direita. A deputada federal Caroline de Toni (PL) lidera com 30%, seguida pelo ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) com 24% e pelo senador Esperidião Amin (PP) com 20%.
Disputa acirrada no Senado catarinense
A corrida para o Senado em Santa Catarina é marcada por tensões internas e troca de ofensas entre os aliados. Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin trocaram críticas públicas durante a reta final da campanha, com acusações de ligações partidárias e ofensas pessoais. O governador Jorginho Mello optou por uma chapa exclusiva do PL, o que gerou atritos com o senador do PP que buscava a reeleição. Os oponentes de Carlos Bolsonaro utilizam o termo forasteiro para criticar sua candidatura, já que ele veio do Rio de Janeiro. O modelo de pesquisa no estado considera a probabilidade de o eleitor comparecer às urnas, combinando o histórico de abstenção com a motivação individual.
O cálculo de votos válidos exclui brancos, nulos e eleitores indecisos, conforme o padrão de divulgação oficial da Justiça Eleitoral. Para vencer a eleição presidencial no primeiro turno, um candidato precisa atingir a marca de 50% dos votos válidos mais um voto. A votação ocorre neste domingo em todo o território nacional para escolher presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Os eleitores catarinenses precisam escolher dois nomes diferentes para o Senado nesta eleição. Os resultados oficiais começam a ser divulgados pelo tribunal logo após o fechamento das urnas em cada estado.
Quer a sua marca aqui? Anuncie no Ministério da Notícia
Leia também
- DISPUTA POLÍTICA
Tarcísio diz que Boulos distorce dados sobre o diesel e rebate crítica ao aumento do ICMS
O governador de São Paulo afirmou que o ministro Guilherme Boulos usa informações distorcidas ao criticar a alta do diesel, e lembrou que o reajuste do ICMS foi aprovado por unanimidade no Confaz.
há 1 hora
- SENADO
Carlos Bolsonaro visita o pai e reafirma apoio a Rogério Marinho para presidir o Senado
Senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) disse após visita a Jair Bolsonaro que o candidato do grupo na eleição do Senado é Rogério Marinho. Ele também relatou preocupação com a saúde do pai.
há 23 horas
- AJUSTE FISCAL
Boulos fala em "chantagem do mercado" sobre ajuste fiscal e defende cortes em desonerações e supersalários
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência afirmou que o ajuste do próximo governo deve mirar privilégios, e não políticas para os mais pobres. Ele citou cerca de R$ 600 bilhões anuais em desonerações.
31/10/2026






