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ELEIÇÕES 2026

Lula diz que entregará ao TSE autorização para quebra de seus sigilos bancário e telefônico e cobra Flávio Bolsonaro

O presidente afirmou em Porto Alegre que entregará o documento ao presidente do TSE nesta terça-feira (20), incluindo os cinco filhos, e pediu que o adversário faça o mesmo. Flávio disse no debate que não tem nada a esconder.

Redação MNPolítica2 min de leitura
Lula diz que entregará ao TSE autorização para quebra de seus sigilos bancário e telefônico e cobra Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, disse nesta segunda-feira (19) que vai entregar ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (20), uma autorização para a quebra de sigilo telefônico e bancário dele e de sua família. Lula também cobrou que o adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL), faça o mesmo.

O que disse Lula

A declaração foi dada em pronunciamento à imprensa, antes de um ato de campanha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. "Vou entregar isso amanhã no TSE na expectativa que o candidato adversário apresente proposta para abrir seu sigilo, das suas empresas e família", afirmou.

O presidente disse que incluiu os cinco filhos na autorização. "Fiz questão de colocar meus cinco filhos porque toda eleição se inventa uma coisa contra minha família e eu resolvi não ficar quieto. Essa é minha última disputa eleitoral e não posso deixar que um ladrão tente jogar minha biografia no lixo. Isso é em defesa da minha honra, da honra da minha família e sobretudo na defesa desse país que não pode ter um ladrão governando esse país", declarou.

A origem da proposta

Durante o debate presidencial de domingo (18), Lula propôs que os dois candidatos abram suas contas bancárias e seus sigilos telefônicos para análise antes da eleição. Na ocasião, Flávio Bolsonaro afirmou não ter "absolutamente nada a esconder", mas não disse se vai autorizar a quebra do próprio sigilo.

O segundo turno da eleição presidencial será no domingo (25). Até o momento da publicação, não havia manifestação do candidato do PL sobre a nova cobrança feita por Lula nesta segunda.

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