Ir para o conteúdo
Ministério da Notícia
CAMPANHA ELEITORAL

Lula diz que Flávio Bolsonaro foi eleito vereador com apoio do crime organizado

Presidente critica falta de biografia do adversário e cita elo com milicianos no Rio de Janeiro; senador nega irregularidades e defende histórico parlamentar

Redação MNPolítica2 min de leitura
Lula diz que Flávio Bolsonaro foi eleito vereador com apoio do crime organizado
Foto: Ministério da Notícia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro nesta quarta-feira (30). Durante entrevista a influenciadores, o petista afirmou que o adversário não possui biografia política sólida. Lula declarou que Flávio foi eleito para cargos públicos com o apoio do crime organizado no Rio de Janeiro.

O presidente questionou o compromisso do senador com a seriedade administrativa. Segundo o petista, Flávio iniciou a carreira como vereador aos 21 anos sob influência de milicianos. Ele também comentou sobre o aumento do conservadorismo entre brasileiros com maior grau de escolaridade.

Uma pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (29) sustenta a análise sobre o perfil do eleitorado. Entre os brasileiros mais escolarizados, Flávio Bolsonaro lidera com 49% das intenções de voto contra 34% de Lula. No início do mês, os dois candidatos apareciam em situação de empate técnico nesse segmento.

As suspeitas de ligação entre o senador e grupos paramilitares remontam ao período em que ele era deputado estadual. Na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Flávio contratou parentes do miliciano Adriano da Nóbrega. Ele também concedeu honrarias a policiais que foram investigados por envolvimento com milícias.

Investigação da Polícia Federal

A Polícia Federal investiga o destino de uma emenda parlamentar de quase R$ 200 mil enviada pelo senador. O recurso foi destinado a um projeto esportivo em 2023 a pedido de Robson Calixto, conhecido como Peixe. Calixto é um miliciano condenado por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco.

Flávio Bolsonaro nega qualquer ligação com o crime organizado e afirma que as condecorações valorizavam policiais sem antecedentes. A defesa do senador sustenta que as emendas seguem critérios técnicos e legais de destinação. A Polícia Federal analisa mensagens trocadas entre a assessoria do parlamentar e o miliciano para apurar desvios.

WhatsAppSalvar

Quer a sua marca aqui? Anuncie no Ministério da Notícia

Leia também

Canal no WhatsApp