Ir para o conteúdo
Ministério da Notícia
Eleições 2026

Galeria Metrópole, no centro de São Paulo, fecha as portas e impede ato pró-Lula e lançamento de livro; lojistas falam em censura

A administração não se manifestou até a última atualização da reportagem consultada. O ato foi transferido para a praça em frente.

Redação MNPolítica2 min de leitura
Galeria Metrópole, no centro de São Paulo, fecha as portas e impede ato pró-Lula e lançamento de livro; lojistas falam em censura
Foto: Ministério da Notícia

A Galeria Metrópole, centro comercial no centro de São Paulo, fechou as portas e impediu a entrada e a saída de clientes na quinta-feira (15), o que inviabilizou um ato pró-Lula e o lançamento de um livro no local, segundo o Metrópoles. Nas redes sociais, lojistas, manifestantes e consumidores alegaram censura e boicote. A administração do prédio e a Secretaria da Segurança Pública foram procuradas e não haviam respondido até a última atualização da reportagem.

O que aconteceu

A manifestação pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estava marcada para as 18h30 na Praça Dom José Gaspar, em frente à galeria, na região da República. Segundo os organizadores, houve uma tentativa de fazer o evento dentro do centro comercial, mas ele foi transferido para a praça depois da negativa da administração. Às quintas, a galeria costuma funcionar até as 23h, mas por volta das 18h os portões foram fechados.

A versão dos lojistas

Um grupo de lojistas informou que a administração baixou as portas sem aviso prévio, com a justificativa de que uma manifestação partidária aconteceria na praça. Em comunicado, o grupo afirmou que "não houve violência, não houve ameaça de depredação, não havia nenhum risco, mas a análise da administração foi diferente". A convocação do ato tinha o apoio de 15 editoras e 33 estabelecimentos do local.

O livro

O fechamento também impediu o lançamento do livro "Meu Pai é Viajante", da fotógrafa Mônica Zarattini, que retrata a relação com o pai, o ex-deputado Ricardo Zarattini (PT), preso político na ditadura. Sem acesso à galeria, ela montou uma estrutura na praça para atender o público. A deputada federal eleita Luna Zarattini (PT), filha da autora, estava presente.

WhatsAppSalvar

Quer a sua marca aqui? Anuncie no Ministério da Notícia

Leia também

Canal no WhatsApp