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Ministério da Notícia
CASO HOPI HARI

Família de jovem com sequelas contesta suporte do Hopi Hari; parque rebate

Defesa questiona acesso ao seguro e diz que a ajuda acabou após a alta hospitalar. Parque afirma ter prestado assistência à jovem e aos familiares.

Redação MNBrasil2 min de leitura
Família de jovem com sequelas contesta suporte do Hopi Hari; parque rebate
Família de jovem com sequelas contesta suporte do Hopi Hari; parque rebate
Foto: Ministério da Notícia

A defesa de Júlia Rimoli Bossoni, de 28 anos, contestou a assistência prestada pelo Hopi Hari após a jovem sofrer lesões neurológicas depois de andar na montanha-russa Montezum, em Vinhedo (SP). O parque afirma que ofereceu suporte à família e disponibilizou seguro para o tratamento.

Segundo reportagem da CNN Brasil publicada nesta segunda-feira (21), a advogada Luana Bossoni afirmou que a família não recebeu indenização securitária e que o seguro não foi efetivamente disponibilizado para custear o tratamento ou reparar os danos relatados.

Ajuda inicial e tratamento após a alta

Em entrevista ao UOL, a mesma advogada detalhou que o parque pagou hospedagem e alimentação dos familiares durante a internação em Vinhedo, além do transporte de ambulância para o Paraná. A representante disse não saber se esses pagamentos vieram do seguro ou diretamente da empresa.

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A contestação, segundo esse relato, envolve a interrupção da assistência financeira depois que Júlia recebeu alta e voltou a Londrina. A defesa afirma que havia uma promessa de ajuda para despesas como medicamentos e fraldas, mas que o suporte não continuou.

Os relatos distinguem, portanto, as despesas cobertas no período de internação, a continuidade do tratamento e o recebimento de uma indenização do seguro.

O que diz o parque

À CNN, o Hopi Hari afirmou que manteve contato com os familiares para prestar assistência e colocou o seguro à disposição para o atendimento médico.

Em manifestação ao Fantástico reproduzida pelo UOL, a empresa também declarou que a jovem recebeu atendimento conforme os protocolos de segurança e que acompanhou a internação. O parque informou ainda que atrações radicais, como a Montezum, passam por inspeções anuais.

Episódio ocorreu em abril

O caso aconteceu em 20 de abril de 2026, conforme a Band, e voltou a repercutir após reportagem do Fantástico exibida no domingo (20). Júlia apresentou convulsões e perdeu a consciência após utilizar a atração.

A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo investigam as circunstâncias do episódio. A jovem segue em reabilitação, com perda de movimentos do lado esquerdo do corpo relatada pela família.

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