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ECONOMIA E ELEIÇÕES

Durigan diz que medidas anunciadas desde o 1º turno respeitam o limite fiscal e que há superávit garantido em 2027

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou após votar em São Paulo que subsídios aos combustíveis, o fim das bets e o reajuste do Bolsa Família pela inflação não ampliam o limite de gastos do Executivo.

Redação MNEconomia2 min de leitura
Durigan diz que medidas anunciadas desde o 1º turno respeitam o limite fiscal e que há superávit garantido em 2027
Foto: Reprodução

O que disse o ministro

O ministro da Fazenda e coordenador econômico da campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dario Durigan, afirmou neste domingo (25), após votar em um colégio na região da Avenida Paulista, em São Paulo, que as medidas anunciadas pelo governo respeitam a responsabilidade fiscal e não ampliam o limite de gastos do Executivo.

Ele citou como exemplos os subsídios aos combustíveis, o fim das apostas esportivas online (bets) e o reajuste do Bolsa Família pela inflação. "Estamos trabalhando dentro do mesmo limite fiscal, não tem expansão fiscal. Nós garantimos superávit em 2027", afirmou.

Propostas de campanha

Durigan disse que ainda não há estimativas definidas de impacto fiscal para propostas apresentadas durante a campanha, como o Pé-de-Meia Universitário e o Pix MEI. Segundo ele, os efeitos dependerão do espaço fiscal disponível e as medidas ainda não estão prontas.

Comparação com o governo anterior

O ministro afirmou que o resultado primário das contas públicas, que é a diferença entre receitas e despesas do governo antes do pagamento dos juros da dívida, melhorou na gestão Lula em comparação com o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). "Além de melhorar a desigualdade social, fome, também a questão fiscal foi melhor no governo Lula do que no governo Bolsonaro", disse. Ele ponderou, porém, que ainda é necessário avançar no ajuste das contas públicas.

Sobre o resultado eleitoral, Durigan afirmou que a campanha de Lula ganhou força no segundo turno. Segundo ele, "mesmo para quem é de centro-direita, ficou claro de que o presidente Lula tem a condição de defender soberania, democracia, respeito a valores".

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