Derrite e André do Prado lideram o Senado em SP; Tebet e Marina ficam para trás
Com um terço das urnas apuradas, os candidatos do PP e do PL ocupam as duas vagas no placar parcial. Para o Senado não há segundo turno.

A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado está sendo puxada por Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). No arquivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) das 18h39 deste domingo (4), com 33,53% das seções apuradas no estado, Derrite tem 31,90% dos votos válidos, ou 4.511.545 votos, e André do Prado, 30,57%, com 4.322.479.
Simone Tebet (PSB) aparece em terceiro, com 17,97%, e Marina Silva (Rede), em quarto, com 16,87%.
Duas vagas em jogo
Neste ano, cada estado elege dois senadores, e não há segundo turno para o Senado: ficam com as vagas os dois mais votados quando a contagem terminar. No placar parcial, os dois primeiros têm vantagem de mais de 1,7 milhão de votos sobre Tebet.
Os números ainda são parciais. O Ministério da Notícia acompanha a apuração do Senado ao vivo em ministeriodanoticia.com/eleicoes/senador?uf=sp.
Quer a sua marca aqui? Anuncie no Ministério da Notícia
Leia também
- DISPUTA POLÍTICA
Tarcísio diz que Boulos distorce dados sobre o diesel e rebate crítica ao aumento do ICMS
O governador de São Paulo afirmou que o ministro Guilherme Boulos usa informações distorcidas ao criticar a alta do diesel, e lembrou que o reajuste do ICMS foi aprovado por unanimidade no Confaz.
há 1 hora
- SENADO
Carlos Bolsonaro visita o pai e reafirma apoio a Rogério Marinho para presidir o Senado
Senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) disse após visita a Jair Bolsonaro que o candidato do grupo na eleição do Senado é Rogério Marinho. Ele também relatou preocupação com a saúde do pai.
há 23 horas
- AJUSTE FISCAL
Boulos fala em "chantagem do mercado" sobre ajuste fiscal e defende cortes em desonerações e supersalários
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência afirmou que o ajuste do próximo governo deve mirar privilégios, e não políticas para os mais pobres. Ele citou cerca de R$ 600 bilhões anuais em desonerações.
31/10/2026






