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ELEIÇÕES 2026

Campanha de Lula defende checagem de fatos ao vivo no debate da Globo com Flávio Bolsonaro

O senador Camilo Santana, porta-voz da campanha de Lula, disse que a equipe negocia uma forma de checar declarações durante o debate. Lula também condicionou sua ida ao confronto à abertura dos sigilos de Flávio.

Redação MNPolítica2 min de leitura
Campanha de Lula defende checagem de fatos ao vivo no debate da Globo com Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta terça-feira (20) que as declarações dos candidatos sejam checadas durante os debates eleitorais e disse negociar uma forma de viabilizar a medida. O porta-voz e coordenador da campanha, senador Camilo Santana (PT-CE), falou a jornalistas no comitê eleitoral de Lula, no Lago Sul, em Brasília.

O que disse a campanha

"É fundamental que tenha checagem para a população brasileira saber a verdade em relação ao que é dito nos debates", declarou Camilo. Segundo ele, a equipe conversa sobre a iniciativa: "Nós queremos isso".

O senador criticou o desempenho do adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), no debate promovido pela Band no domingo (18). Na avaliação de Camilo, Flávio não respondeu às perguntas e fez declarações falsas. Até a publicação, não havia manifestação da campanha de Flávio Bolsonaro sobre a acusação.

Petição e sigilos

Uma petição criada na plataforma Change.org pede que a Globo adote checagem de fatos ao vivo no debate presidencial. A iniciativa, de autoria de Rafael Brito, reuniu mais de 418 mil assinaturas e cita experiências de debates nos Estados Unidos.

No mesmo dia, Lula disse, em ato de campanha em Juazeiro (BA), que aceitaria debater se Flávio apresentasse documento autorizando a abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. O pedido de quebra dos sigilos de Lula e de familiares foi protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e condicionado à reciprocidade de Flávio, com prazo de resposta até quarta-feira (21).

As cobranças ocorrem na reta final da campanha presidencial, antes da votação do segundo turno, no domingo (25).

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