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Ameaças de bomba atingem emissoras de TV na Europa e interrompem transmissões

Emissoras de vários países europeus receberam e-mails com ameaças de bomba nesta sexta-feira (6). Prédios foram esvaziados e programas, suspensos, mas nenhum explosivo foi encontrado.

Redação MNMundo2 min de leitura
Ameaças de bomba atingem emissoras de TV na Europa e interrompem transmissões
Foto: Reprodução

Emissoras de televisão de diferentes países da Europa receberam, nesta sexta-feira (6), ameaças de bomba acompanhadas de mensagens alertando que "o relógio está correndo". Os avisos provocaram o esvaziamento de prédios e a suspensão temporária de programas. Nenhum artefato explosivo foi localizado nos locais vistoriados.

O teor das mensagens

Um dos e-mails enviados às redações dizia: "Queremos que o mundo inteiro saiba sobre nós, por isso um de nossos agentes colocou um dispositivo explosivo em seu prédio. Ele será detonado em 45 minutos. O relógio está correndo."

Emissoras atingidas

Entre as empresas que receberam as ameaças estão a emissora irlandesa RTE, a britânica Sky e o canal privado búlgaro Nova TV, além de outras empresas de comunicação. Na RTE, parte da programação foi substituída por músicas e mensagens gravadas, em interrupções que chegaram a durar três horas. O prédio foi liberado após uma operação policial que durou mais de três horas. Em Sófia, capital da Bulgária, policiais foram enviados à redação da Nova TV, que precisou ser esvaziada para a realização de uma vistoria.

Onda de ameaças na semana

Os alertas surgiram depois de uma sequência de falsas ameaças de bomba contra aviões comerciais em ao menos três dias desta semana, que afetaram trajetos em países como Sérvia, Finlândia e Espanha. Nesta sexta, cerca de 18 voos foram afetados. No total, mais de trinta voos tiveram problemas ao longo da semana.

Os episódios obrigaram dezenas de aeronaves a mudar de rota, fazer pousos de emergência e passar por inspeções de segurança. Até agora, nenhum explosivo foi encontrado. Os casos ocorrem em meio a ciberataques contra frigoríficos de supermercados em vários países do continente. Não há, nas informações disponíveis, a identificação dos responsáveis pelas mensagens.

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