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ELEIÇÕES 2026

107 países e 11 organizações internacionais já reconheceram a reeleição de Lula, segundo painel do TSE; Argentina e EUA não se manifestaram

Painel do Tribunal Superior Eleitoral contabiliza, até esta sexta-feira (30), 107 países e 11 organizações que parabenizaram Lula pela vitória no pleito de domingo (25).

Redação MNPolítica2 min de leitura
107 países e 11 organizações internacionais já reconheceram a reeleição de Lula, segundo painel do TSE; Argentina e EUA não se manifestaram
Foto: Reprodução

Até esta sexta-feira (30), 107 países reconheceram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de domingo (25). Onze organizações internacionais e blocos regionais também o cumprimentaram pela reeleição. Argentina e Estados Unidos, ambos membros do G20, não se manifestaram oficialmente.

O que mostra o painel

Os números constam do Painel de Acompanhamento de Manifestações Internacionais sobre os Resultados Eleitorais, ferramenta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criada para mapear o reconhecimento global das eleições de 2026 e contabilizar as manifestações oficiais.

Entre os que parabenizaram Lula estão Canadá, França, Coreia do Sul, Alemanha, Itália e Japão, além de parceiros do Brasil nos BRICS, como China, África do Sul, Índia, Rússia e Arábia Saudita. O painel ainda não incluiu a Indonésia, integrante do G20 e do BRICS, cujo líder cumprimentou Lula pela rede social X.

Argentina e Estados Unidos

Na América do Sul, só a Argentina ainda não se pronunciou. De acordo com a imprensa argentina, o presidente Javier Milei não deve fazer pronunciamento oficial sobre o resultado.

Sobre os Estados Unidos, o presidente Donald Trump disse não querer comentar o assunto, mas afirmou, sem apresentar provas, que houve irregularidades no pleito. "Acompanhei as eleições. Não tomei partido, mas vi o que estava acontecendo no Brasil; foi uma vergonha", declarou antes de partir para um comício eleitoral.

Contexto

Lula venceu o senador Flávio Bolsonaro (PL) por mais de 4 milhões de votos. Os dois países fizeram parte da rota usada pelo senador para deixar o Brasil na terça-feira (27), depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar os passaportes. Flávio Bolsonaro é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal relacionados a lavagem de dinheiro e a pedidos de recursos para a produção de uma cinebiografia de Jair Bolsonaro. A defesa não se manifestou nos textos consultados.

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