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Vereador Senival Moura, do PT, é preso de novo em São Paulo em caso que apura lavagem de dinheiro do PCC em empresa de ônibus

A Polícia Civil de São Paulo cumpriu nesta quarta-feira (28) prisões decretadas pelo Tribunal de Justiça contra sete suspeitos ligados à empresa Transunião, entre eles o vereador Senival Moura. A defesa não foi localizada.

Redação MNSegurança2 min de leitura
Vereador Senival Moura, do PT, é preso de novo em São Paulo em caso que apura lavagem de dinheiro do PCC em empresa de ônibus
Foto: Reprodução

A Polícia Civil de São Paulo voltou a prender, na manhã desta quarta-feira (28), o vereador Senival Moura, do PT, investigado por suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte público da capital paulista. A prisão foi decretada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Sete mandados de prisão

Além do vereador, outras seis pessoas tiveram a prisão decretada novamente pelo TJ-SP. Todas são ligadas à Transunião, empresa de ônibus suspeita de ser administrada por integrantes do PCC. Os mandados são cumpridos pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), em ação conjunta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo.

Entre os sete alvos estão Senival Pereira de Moura, Lourival de França Monário, Jair Ramos de Freitas, Osiel Bernardino Pinto, Fábio Fernandes de Souza, Devanil Sousa Nascimento e Leonel Moreira Martins. Segundo as informações disponíveis, os cinco primeiros já haviam sido presos e os dois últimos eram procurados.

Histórico do caso

Senival Moura foi preso pela primeira vez na Operação Última Parada, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público em 25 de junho. Ele está licenciado do cargo e pediu afastamento do PT depois da primeira prisão. O vereador é apontado como uma das figuras centrais do suposto esquema.

Em 5 de agosto, o TJ-SP mandou soltá-lo por decisão da desembargadora Carla Rahal Benedetti, da 11ª Câmara Criminal. Na ocasião, a magistrada entendeu que o prazo da prisão temporária deveria ser de 5 dias, e não de 30. O Ministério Público recorreu da soltura.

O inquérito da Operação Última Parada foi concluído antes da eleição, e 21 pessoas foram denunciadas à Justiça paulista. O Ministério Público pediu a prisão dos sete principais envolvidos, mas, como o período eleitoral veda prisões que não sejam em flagrante, os mandados só foram cumpridos agora.

Defesa

A defesa do vereador foi procurada e, até a última atualização das informações, não havia sido localizada. Senival Moura é acusado de lavar dinheiro do PCC em empresas de ônibus da cidade. Os demais investigados não tinham manifestação registrada.

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