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Trabalho infantil cai 9,2% em 2025 e chega a 1,5 milhão de crianças e adolescentes, o menor número desde 2016

Segundo a PNAD Contínua, 1,499 milhão de pessoas de 5 a 17 anos estavam em situação de trabalho infantil. Cerca de 525 mil faziam as piores formas de trabalho.

Redação MNBrasil2 min de leitura
Trabalho infantil cai 9,2% em 2025 e chega a 1,5 milhão de crianças e adolescentes, o menor número desde 2016
Foto: Ministério da Notícia

O número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil caiu para 1,499 milhão em 2025, uma redução de 9,2% em relação ao ano anterior, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, divulgada nesta sexta-feira (16). É o menor número e a menor proporção da série histórica, iniciada em 2016.

A comparação com 2016

Naquele ano, o país tinha 2,1 milhões de crianças e adolescentes nessa situação, o equivalente a 5,2% da população da faixa etária. Em 2025, a proporção recuou para 4%. Isso representa cerca de 151 mil pessoas a menos em trabalho infantil na comparação com o ano anterior, segundo o g1.

As piores formas de trabalho

Cerca de 525 mil crianças e adolescentes, 36,2% dos que realizavam atividades econômicas, estavam nas chamadas piores formas de trabalho infantil, que envolvem atividades capazes de comprometer a saúde, a segurança e o desenvolvimento. Também é o menor número da série. Em 2024, a estimativa era de 560 mil, o que representa queda de 6,3%.

O que o IBGE considera trabalho infantil

A pesquisa conta como trabalho infantil as atividades econômicas ou a produção de bens para o próprio consumo de pessoas de 5 a 17 anos. A legislação brasileira proíbe qualquer trabalho antes dos 14 anos e permite a aprendizagem a partir dessa idade. Aos 16 e 17 anos, o trabalho é permitido, com restrições.

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