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CONFRONTO

Suspeitos de matar cabo da PM na Marginal Tietê morrem em ação da Polícia Civil em SP

Dois homens procurados pelo latrocínio do cabo Paulo Roberto Lima Pereira foram baleados no Campo Limpo, na zona sul. Segundo a polícia, os agentes foram recebidos a tiros.

Redação MNSegurança2 min de leitura
Suspeitos de matar cabo da PM na Marginal Tietê morrem em ação da Polícia Civil em SP
Foto: Ministério da Notícia

Dois homens investigados pela morte do cabo da Polícia Militar Paulo Roberto Lima Pereira, assassinado durante um roubo na Marginal Tietê em agosto, morreram na sexta-feira (2) durante uma ação da Polícia Civil no Campo Limpo, zona sul de São Paulo.

Investigadores do Departamento Estadual de Investigações Criminais, o Deic, foram até a Rua Ceresópolis para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra a dupla.

Versão oficial

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, os policiais foram recebidos a tiros e revidaram. Os dois suspeitos foram atingidos e morreram no local, apesar do socorro acionado. Nenhum agente ficou ferido.

A perícia foi chamada ao endereço, e o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa, o DHPP, ficou responsável por apurar a dinâmica do confronto, procedimento padrão em mortes decorrentes de intervenção policial. A reportagem não conseguiu localizar familiares ou advogados dos dois mortos.

O crime que motivou a operação

O cabo Paulo Roberto, de 44 anos, estava de folga na noite de 28 de agosto quando parou o carro na Marginal Tietê, perto do Parque Novo Mundo, para verificar um problema no pneu. Ele foi abordado por criminosos e baleado. Chegou a ser levado ao pronto-socorro do Tatuapé, mas não resistiu. A arma particular dele foi levada.

O policial deixou três filhos. Um primeiro suspeito do crime já tinha sido preso no início de setembro.

Gangue da pedra

A principal linha de investigação aponta para a chamada gangue da pedra, grupo que espalha objetos na pista de vias de trânsito rápido para danificar pneus e obrigar motoristas a parar, momento em que os criminosos atacam. A Polícia Civil segue apurando se outros integrantes participaram do crime.

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