Ir para o conteúdo
Ministério da Notícia
SEGURANÇA

Polícia Civil do Rio investiga clínica estética por três mortes e mais de 30 denúncias; duas mulheres são presas

A operação Por Elas prendeu em flagrante a enfermeira do centro cirúrgico e a diretora administrativa de uma clínica em Laranjeiras, zona sul do Rio. A defesa do grupo não havia sido localizada.

Redação MNSegurança2 min de leitura
Polícia Civil do Rio investiga clínica estética por três mortes e mais de 30 denúncias; duas mulheres são presas
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga uma clínica estética em Laranjeiras, na zona sul da capital fluminense, pela morte de três pacientes e por ao menos 30 denúncias de erros em procedimentos. A enfermeira responsável pelo centro cirúrgico e a diretora administrativa da clínica, que também responde pelo almoxarifado, foram presas em flagrante na operação Por Elas, realizada nesta quinta-feira (22) contra o estabelecimento.

O que a polícia encontrou

Segundo a Polícia Civil, durante as diligências os agentes localizaram, no centro cirúrgico e no almoxarifado da unidade, materiais com prazo de validade vencido que continuavam disponíveis para uso em procedimentos programados para o mesmo dia. Em agosto, outra operação já havia apreendido produtos fora do prazo de validade no local.

Os centros cirúrgicos foram interditados. As duas presas serão autuadas por crime contra as relações de consumo, por manterem materiais vencidos.

As denúncias

A delegacia especializada apura mais de 30 denúncias de pacientes contra o Grupo de Saúde Celita Toledo. De acordo com os relatos, pessoas submetidas às intervenções sofreram deformidades, mutilações e sequelas permanentes.

As investigações apontaram ainda o uso indevido de mão de obra: alunos de pós-graduação em cirurgia plástica atuavam e realizavam procedimentos sem o controle de um médico supervisor, segundo a polícia.

Defesa

A defesa do Grupo de Saúde Celita Toledo não havia sido localizada até a publicação das informações lidas. As suspeitas são alegações da investigação policial e ainda não houve julgamento.

WhatsAppSalvar

Quer a sua marca aqui? Anuncie no Ministério da Notícia

Leia também

Canal no WhatsApp