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MORTE EM FESTIVAL

Polícia Civil investiga morte de jovem em festival na capital

Pedro Felipe Higa Felizatt passou mal durante evento em casa noturna na Zona Oeste de São Paulo e não resistiu

Redação MNSegurança2 min de leitura
Polícia Civil investiga morte de jovem em festival na capital
Foto: Ministério da Notícia

A Polícia Civil de São Paulo abriu investigação para apurar a morte de Pedro Felipe Higa Felizatt, de 28 anos, ocorrida durante a madrugada de domingo (11). O jovem participava do Zig Festival, realizado em uma casa noturna localizada na Avenida Francisco Matarazzo, na Zona Oeste da capital paulista. De acordo com os registros oficiais, a vítima passou mal no interior do evento, recebeu atendimento de socorro e foi encaminhada a um hospital da região, mas não resistiu.

A ocorrência foi formalmente registrada como morte suspeita no 2º Distrito Policial, situado no bairro do Bom Retiro. O pai do jovem compareceu à delegacia para apresentar o atestado de óbito do filho e relatar os acontecimentos da madrugada. A Secretaria da Segurança Pública do estado acompanha o caso e recolhe depoimentos para esclarecer as circunstâncias do óbito.

Relatos de superlotação e calor

Frequentadores que estiveram no local utilizaram as redes sociais para relatar problemas estruturais durante a realização do festival. Segundo os relatos, a casa noturna operava com superlotação e registrava temperaturas elevadas na área interna. Uma participante, que preferiu não se identificar, afirmou que o ambiente carecia de ventilação adequada e que diversas pessoas precisaram de atendimento médico no ambulatório.

A testemunha relatou ter sofrido um apagão provocado pelo calor excessivo entre as apresentações musicais, necessitando de intervenção da equipe de saúde do evento. A organização do festival, representada pela Zig Club, emitiu uma nota oficial nas redes sociais na qual lamenta profundamente os transtornos relatados pelo público presente.

No comunicado publicado pelas redes sociais, a empresa destacou que mantém o compromisso histórico de oferecer entretenimento com a devida estrutura e o cuidado necessário aos frequentadores. A organização também reforçou a identidade do espaço como um local criado por pessoas LGBTQIAPN+ para o público da mesma comunidade.

As autoridades policiais prosseguem com as diligências para determinar se as condições do ambiente contribuíram para o desfecho trágico. Novas oitivas e análises de documentos médicos devem ocorrer nos próximos dias para concluir o inquérito instaurado pelo 2º Distrito Policial.

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