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Ministério da Notícia
OPERAÇÃO TOMADA DE CONTAS

PF prende seis em operação sobre pagamentos suspeitos a servidores do Tribunal de Contas de Mato Grosso

A Polícia Federal cumpre seis mandados de prisão preventiva e 26 de busca em três estados, autorizados pelo STJ. A investigação apura irregularidades em contratos e pagamentos no TCE-MT.

Redação MNSegurança2 min de leitura
PF prende seis em operação sobre pagamentos suspeitos a servidores do Tribunal de Contas de Mato Grosso
Foto: Reprodução

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (29) a Operação Tomada de Contas, que investiga suspeitas de irregularidades em contratos administrativos e em pagamentos a servidores do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT).

Mandados

Mais de 180 policiais federais cumprem seis mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. As ordens foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e incluem ainda a quebra de sigilos e o bloqueio de bens.

O que a PF investiga

Segundo a investigação, a PF apura se a suspensão de contratos administrativos foi usada como mecanismo de pressão sobre empresas fornecedoras e se houve tratamento diferenciado na liberação de recursos públicos.

Outro ponto em apuração são divergências nos valores pagos a empresas e movimentações financeiras consideradas atípicas envolvendo servidores públicos. Os investigadores também examinam saques frequentes em dinheiro vivo e possíveis ligações entre depósitos feitos em contas bancárias e retiradas realizadas dentro das dependências da instituição.

Possíveis crimes

Se as suspeitas forem comprovadas, os fatos podem configurar, em tese, crimes contra a administração pública, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A operação busca reunir provas para esclarecer como os contratos e os pagamentos eram conduzidos e identificar os envolvidos.

Os textos disponíveis até o momento não informam os nomes dos presos nem trazem manifestação da defesa dos investigados. Quem é alvo de operação é apenas investigado, e não houve condenação.

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