Pesquisa aponta que 69% dos brasileiros temem comprar remédios pela internet
Estudo do Instituto QualiBest revela preocupação com falsificação e armazenamento inadequado de medicamentos em plataformas digitais

Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest mostrou que 69% dos consumidores brasileiros têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. O levantamento foi encomendado pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias e ouviu 2.024 pessoas em julho.
Além da falsificação, 59% dos entrevistados apontaram receio de receber produtos vencidos ou armazenados de forma inadequada. Outros 54% citaram o risco de comprar itens sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Para 85% do público consultado, as plataformas de venda online são consideradas responsáveis pela oferta de remédios irregulares.
A divulgação da pesquisa ocorre no mesmo período em que a Anvisa revisou normas sobre a comercialização e propaganda de medicamentos em canais digitais. A medida permite que farmácias licenciadas contratem plataformas para logística e entrega, embora a aplicação prática ainda dependa de regulamentação específica da agência.
O estudo também indicou que 78% dos consumidores sentem mais confiança na compra quando há assistência de um farmacêutico. Cinquenta e seis por cento afirmaram que teriam dificuldade para identificar a quem recorrer em caso de problemas com medicamentos adquiridos nesses ambientes virtuais.
Leia também
- SURTO DE SARAMPO
São Paulo atinge 26 casos confirmados de sarampo neste ano
Secretaria estadual registra três novas infecções na capital e reforça campanha de imunização gratuita para faixa etária ampla
há 4 horas
- MAIS MÉDICOS
Ministério da Saúde estende atuação de 676 médicos especialistas no SUS
Profissionais vinculados ao Mais Médicos Especialistas ganham prorrogação até fevereiro de 2027, mediante cumprimento de requisitos administrativos e de desempenho.
há 8 horas
- PESQUISA DE TABAGISMO
Jovens registram maior taxa de tabagismo em pesquisa nacional
Estudo aponta que dezenove por cento dos brasileiros entre dezesseis e vinte quatro anos fumam cigarros comuns ou eletrônicos
há 21 horas






