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Nubank e Mercado Pago atribuem suspensão de operações com cripto a falhas em fornecedores externos

As duas empresas interromperam parte das operações com criptomoedas nesta sexta-feira (6). O Nubank cita instabilidade em prestador de dados, e o Mercado Pago, incidente em empresa de monitoramento de risco.

Redação MNEconomia2 min de leitura
Nubank e Mercado Pago atribuem suspensão de operações com cripto a falhas em fornecedores externos
Foto: Reprodução

Nubank e Mercado Pago interromperam temporariamente operações com criptomoedas nesta sexta-feira (6). Segundo as duas empresas, a causa está em problemas enfrentados por fornecedores externos de serviços usados nessas operações. Os avisos foram exibidos aos usuários nos aplicativos.

O que diz o Nubank

O Nubank suspendeu saques e depósitos de criptomoedas pelo aplicativo. A empresa atribuiu a situação a uma instabilidade em um prestador externo de serviços de dados, sem identificar o parceiro afetado. Em nota, afirmou que a ocorrência não é na infraestrutura do banco e que não compromete a segurança dos clientes: "todos os ativos e informações seguem protegidos". Os demais produtos de cripto continuam funcionando, segundo a nota. A retomada depende da normalização do serviço do fornecedor.

A negociação de criptomoedas no aplicativo é oferecida por meio da NuCripto, com ativos como bitcoin, ethereum, solana, XRP e USDC. Na área de suporte, o banco informa que a custódia é feita pela Fireblocks, fornecedora de infraestrutura para o mercado cripto.

O que diz o Mercado Pago

O Mercado Pago relacionou a interrupção a um incidente em uma empresa responsável pelo monitoramento de riscos e pela prevenção à lavagem de dinheiro. Em nota, informou que parte das transferências para carteiras externas foi bloqueada preventivamente, e que os recursos dos clientes estão preservados. As operações de compra e venda de ativos virtuais seguem normalmente.

A plataforma avisou ainda que depósitos enviados à conta dos usuários podem sofrer atraso e serão creditados automaticamente quando o serviço for restabelecido. Segundo informações publicadas no site da instituição, a custódia dos ativos é feita pela Paxos.

As duas empresas dizem acompanhar o problema e trabalhar para normalizar as transferências, sem prazo informado para a retomada.

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