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Ministério da Notícia
Operação Unha e Carne

Justiça Federal mantém a prisão do delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, após audiência de custódia

Não havia informação sobre o resultado da custódia do deputado estadual eleito Márcio Canella. A reportagem não traz a posição das defesas.

Redação MNBrasil2 min de leitura
Justiça Federal mantém a prisão do delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, após audiência de custódia
Foto: Ministério da Notícia

A Justiça Federal manteve nesta sexta-feira (16) a prisão do delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil do Rio de Janeiro, após audiência de custódia, segundo o g1. Até a última atualização da reportagem, não havia informação sobre o resultado da audiência do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil). A reportagem consultada não traz a posição das defesas dos dois.

As prisões

Canella e Amim foram presos na quinta-feira (15) na 8ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF). As prisões preventivas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A fase é um desdobramento da 6ª etapa, de julho, quando os dois já haviam sido alvo de buscas. Também tiveram a prisão preventiva decretada quatro inspetores da Polícia Civil.

O que a PF investiga

Segundo a PF, a investigação mira uma organização criminosa armada que usava uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio como plataforma para lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos e articulação político-institucional. Um relatório de inteligência financeira do Coaf aponta que o grupo movimentou R$ 7,6 bilhões em seis anos.

Os mandados e as medidas

Foram cumpridos 6 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão no Rio, em Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo, Petrópolis, Angra dos Reis e Armação dos Búzios. Moraes também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão da atividade econômica de 112 empresas investigadas, a maioria postos de combustíveis. Segundo a PF, os investigados poderão responder, conforme a participação atribuída a cada um, por organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel.

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