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Reino Unido

Jovem norueguês de 19 anos é condenado a 20 anos de prisão no Reino Unido por conspirar para cometer um assassinato por encomenda

A polícia britânica diz que ele foi recrutado por um grupo criminoso sueco com ligações com o governo do Irã. Ele admitiu a posse das armas, mas disse que não pretendia levar o plano adiante.

Redação MNMundo2 min de leitura
Jovem norueguês de 19 anos é condenado a 20 anos de prisão no Reino Unido por conspirar para cometer um assassinato por encomenda
Foto: Ministério da Notícia

Um jovem norueguês de 19 anos foi condenado nesta sexta-feira (16) a 20 anos de prisão no Reino Unido por viajar ao país para executar um assassinato encomendado por uma organização criminosa internacional que, segundo a polícia britânica, tem ligações com o governo do Irã, informou o g1. Ele havia sido considerado culpado em julho por conspiração para cometer assassinato.

O caso

Segundo a reportagem, o jovem concordou em atirar em um alvo desconhecido em troca de 25 mil euros, no ano passado. Foi preso em um hotel em Huddersfield, no norte da Inglaterra, com duas armas e munição, dois dias depois de chegar ao Reino Unido. Ele trabalhava meio período em uma pizzaria e foi recrutado pelo grupo sueco Foxtrot Network enquanto jogava online. Ele admitiu a posse das armas e da munição, mas afirmou que não queria levar o plano adiante.

A sentença

Na audiência no Tribunal da Coroa de Woolwich, em Londres, a juíza Bobbie Cheema-Grubb afirmou que ele concordou em ser o executor e levou o plano adiante apesar de muitas oportunidades de desistir. Ela disse que, embora ninguém tenha sido baleado ou ferido, tinha certeza de que ele faria o que havia combinado se a polícia não tivesse impedido o plano.

Os outros envolvidos

O jovem foi contratado por um adolescente de 17 anos, que um tribunal da Noruega condenou no ano passado a 14 anos de prisão por tentar contribuir para um assassinato. Outras três pessoas foram acusadas pela polícia norueguesa, mas os promotores ainda não decidiram se vão apresentar acusação formal. A chefe da unidade de contraterrorismo da Polícia Metropolitana de Londres, comandante Helen Flanagan, atribuiu a prisão, horas antes de o crime ser executado, ao trabalho da polícia britânica em colaboração com as autoridades norueguesas.

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