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Ex-monitor de esportes é preso em Piraju (SP) suspeito de estupro de vulnerável

Paulo Sergio Pires Lopes, de 57 anos, conhecido como professor Pires, foi preso preventivamente na quarta-feira (7) em Piraju, no interior de São Paulo. Ele é suspeito de abusar sexualmente de menores durante atividades esportivas e nega as acusações.

Redação MNSegurança2 min de leitura
Ex-monitor de esportes é preso em Piraju (SP) suspeito de estupro de vulnerável
Foto: Ministério da Notícia

O ex-monitor de esportes da Prefeitura de Piraju, no interior de São Paulo, Paulo Sergio Pires Lopes, de 57 anos, conhecido como professor Pires, foi preso preventivamente na quarta-feira (7), sob suspeita de estupro de vulnerável. A prisão foi decretada pelo juiz André Tadeu Carloto na sexta-feira anterior (2).

O que apontam as investigações

O caso veio à tona em janeiro de 2026, quando um adolescente procurou o Conselho Tutelar e relatou os abusos. De acordo com a Polícia Civil, a investigação esclareceu as circunstâncias de abusos que teriam ocorrido ao longo de cerca de três anos. Segundo os relatos, o suspeito teria se aproveitado da relação de confiança construída nos treinamentos para praticar os atos, principalmente depois das atividades esportivas.

A polícia também identificou outros boletins de ocorrência contra o mesmo homem, com relatos de possíveis abusos contra meninos que participavam de atividades sob a orientação dele. Esses casos ainda estão em fase de apuração.

Situação do investigado

Servidor da prefeitura desde 1992, ele foi afastado cautelarmente depois das denúncias e respondeu a dois processos administrativos. Em agosto, a Prefeitura de Piraju informou que ele havia sido demitido.

O investigado permanece na Unidade Transitória de Presos do município e deve ser transferido para a Penitenciária de Iaras. A audiência de custódia estava marcada para quinta-feira (8).

Em manifestação nas redes sociais, ele negou as acusações e afirmou que é inocente e que pretende provar isso durante as investigações. A prisão preventiva não significa condenação: o caso ainda depende de apuração e de decisão judicial.

Fonte: Ministério da Notícia.

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