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Ex-militar morto em confronto com a polícia na Bahia usava conhecimento das Forças Armadas para apoiar facções, diz comandante

O comandante da Polícia Militar afirmou que Lázaro Santos da Conceição, morto em Mata de São João na terça-feira (20), tinha envolvimento com facções criminosas. Ele havia sido preso em 2022 por suspeita de matar um subtenente do Exército em Salvador.

Redação MNSegurança2 min de leitura
Ex-militar morto em confronto com a polícia na Bahia usava conhecimento das Forças Armadas para apoiar facções, diz comandante
Foto: Reprodução

O ex-militar morto após trocar tiros com a polícia em Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador, na terça-feira (20), usava o conhecimento adquirido nas Forças Armadas para atuar em facções criminosas, segundo a Polícia Militar da Bahia. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (21) pelo tenente-coronel Moisés Travessa, comandante da corporação na área.

"A informação é que havia envolvimento dele com facções criminosas, inclusive utilizando do conhecimento adquirido nas Forças Armadas para apoio a facções", afirmou o comandante. Não houve manifestação da defesa sobre a afirmação.

O confronto

Na terça-feira, equipes do Batalhão Rondesp RMS faziam rondas na localidade de Monte Líbano, na zona rural de Mata de São João, quando encontraram um grupo de homens armados. De acordo com a corporação, os suspeitos atiraram contra os policiais, e houve confronto. Lázaro Santos da Conceição só foi identificado pelos policiais depois de ser baleado e socorrido a uma unidade de saúde.

Na ação, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, munições e 101 porções de drogas semelhantes a crack, cocaína e maconha.

O caso de 2022

Lázaro atuou nas Forças Armadas até 2022, quando foi preso por suspeita de matar a tiros o subtenente Carlos André de Souza Paschoal, de 43 anos, dentro da Companhia de Comando da 6ª Região Militar do Exército, no bairro da Mouraria, em Salvador. O crime ocorreu em 28 de setembro de 2022. A suspeita é que ele tenha agido a mando de uma facção criminosa. Ele respondia ao processo em liberdade, e a motivação do crime não foi revelada.

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