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Aprovação de Kast cai a 30% no Chile, menor nível desde que assumiu, aponta pesquisa Cadem

Pesquisa Cadem Plaza Pública mostra 30% de aprovação e 65% de desaprovação ao presidente José Antonio Kast, em meio à crise econômica e às críticas da oposição às políticas de segurança.

Redação MNMundo2 min de leitura
Aprovação de Kast cai a 30% no Chile, menor nível desde que assumiu, aponta pesquisa Cadem
Foto: Reprodução

A aprovação do presidente do Chile, José Antonio Kast, chegou ao menor patamar desde que ele assumiu o cargo, em março. Segundo a pesquisa Cadem Plaza Pública, 30% dos entrevistados aprovam o governo, e 65% o desaprovam. O texto disponível sobre o levantamento não informa a data de campo nem a margem de erro.

Percepção sobre o país

O mesmo levantamento mostra que 69% dos chilenos acreditam que o país está no caminho errado, e 68% estão pessimistas em relação ao futuro. Os números são os piores desde março.

Outra pesquisa, da CB Global Data, indica que Kast caiu para a 12ª posição no ranking de líderes mais bem avaliados da América Latina. A lista é liderada pela presidente do México, Claudia Sheinbaum, com 69,3% de aprovação, seguida por Nayib Bukele, de El Salvador, com 68,3%.

Economia

Neste mês, o Ministério da Fazenda reduziu a previsão de crescimento do PIB chileno para 0,7%, queda de 1,1 ponto percentual. O governo atribuiu a revisão à produção de cobre abaixo do esperado, aos efeitos das tempestades, à revisão das contas do primeiro e do segundo trimestres e ao conflito prolongado no Oriente Médio. O desemprego chegou a 9,6% no trimestre de junho a agosto, uma das maiores taxas da América Latina. A inflação subiu acima do esperado, pressionada por alimentos, bebidas não alcoólicas e transportes, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas.

Reação do governo

Em discurso na quarta-feira (21), Kast defendeu o governo. "Eu não vivo de pesquisas de opinião, e isso faz diferença na liderança", afirmou. Eleito com promessas de endurecer o combate ao crime e à imigração, o presidente enfrenta críticas da oposição a projetos de segurança da Agenda contra o Crime Organizado e o Terrorismo, especialmente às Regras de Uso da Força, alvo de ação no Tribunal Constitucional.

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