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Após três mortes de pessoas em surto por policiais militares em pouco mais de uma semana, Segurança de São Paulo faz reunião para rever abordagens

A cúpula da SSP e da PM discute nesta sexta-feira (16) a revisão do protocolo de abordagem e a compra de cerca de 6 mil armas de choque. Os três casos foram filmados.

Redação MNBrasil2 min de leitura
Após três mortes de pessoas em surto por policiais militares em pouco mais de uma semana, Segurança de São Paulo faz reunião para rever abordagens
Foto: Ministério da Notícia

A cúpula da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e da Polícia Militar de São Paulo faz nesta sexta-feira (16) uma reunião para discutir a revisão dos protocolos de abordagem e a compra de mais armas de choque, depois de a PM matar a tiros três pessoas em possível surto em pouco mais de uma semana, segundo o g1. As três mortes foram filmadas, as imagens viralizaram e geraram reações de especialistas em segurança, que apontaram falta de preparo dos policiais para atender casos que envolvam transtornos psicológicos e emocionais.

Quem participa

O encontro está previsto para a tarde, na capital, em local ainda não definido. Participam o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico, o secretário executivo da pasta, coronel Henguel, e a comandante-geral da PM, coronel Glauce Anselmo Cavalli.

O que está em discussão

A reunião é a primeira etapa de uma discussão sobre mudanças no Procedimento Operacional Padrão, que orienta a atuação dos policiais, com protocolos que em alguns casos datam de 2014. A intenção é modernizar os procedimentos e melhorar o preparo e o treinamento da tropa.

As armas de choque

Entre os pontos está ampliar o uso de armas não letais. A corporação quer comprar cerca de 6 mil armas de choque, além das aproximadamente 11 mil que já tem, para ajudar a conter pessoas em surto. Segundo o g1, nos três casos recentes só em um deles os agentes usaram o equipamento.

Um dos casos

Um dos casos é o da mulher de 32 anos morta em Pirituba, em que o delegado considerou a reação do soldado desproporcional e a defesa do policial afirmou que a prisão foi "política e eleitoreira".

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