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REAÇÃO INTERNACIONAL

Alemanha diz que vitória de Lula é boa notícia para a Amazônia

Porta-vozes do governo alemão comentaram a reeleição de Lula em coletiva de imprensa. O chanceler Friedrich Merz parabenizou o presidente e disse esperar aprofundar a parceria estratégica entre os países.

Redação MNMundo2 min de leitura
Alemanha diz que vitória de Lula é boa notícia para a Amazônia
Foto: Reprodução

O governo da Alemanha parabenizou nesta segunda-feira (26) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição e afirmou que o resultado é uma boa notícia para a proteção da Amazônia. O tema foi tratado na tradicional coletiva de imprensa do governo alemão, na qual porta-vozes de diversos ministérios comentaram o resultado da eleição brasileira.

Merz parabeniza Lula

Em mensagem publicada na rede social X, o chanceler federal da Alemanha, Friedrich Merz, parabenizou Lula e disse estar ansioso para aprofundar a parceria estratégica entre a Alemanha e o Brasil. O porta-voz do governo alemão, Sebastian Hille, repetiu a posição na coletiva.

Amazônia e cooperação

O porta-voz do Ministério da Cooperação Econômica da Alemanha, Benedikt Schöneck, lembrou que o Brasil é parceiro de longa data do país europeu na proteção da floresta. "É uma boa notícia para a proteção da Amazônia saber que, em breve, com Lula, teremos um parceiro, um governo no poder, com o qual poderemos continuar a trabalhar ativamente em conjunto", afirmou.

O porta-voz do Ministério do Exterior, Martin Giese, disse que o Brasil é um parceiro global de extrema importância, independentemente de quem governa o país. "Ficamos felizes com a continuidade do trabalho em conjunto com o Brasil", declarou.

Alegações de Flávio Bolsonaro

Questionado sobre o fato de o candidato derrotado, Flávio Bolsonaro (PL), não reconhecer o resultado e se isso representaria risco para a democracia brasileira, Giese respondeu que o Brasil é um Estado de Direito, com possibilidade de contestar o resultado de uma eleição e regras para isso.

"Bolsonaro menciona irregularidades, mas, por enquanto, se trata apenas de alegações dele. Cabe à Justiça brasileira verificar se elas têm algum fundamento. Ele falou que quer contestar as eleições. Caberá aos tribunais no Brasil decidir sobre essa questão, e não a nós aqui", afirmou o porta-voz.

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